10 Coisas Que Você Deve Deixar de Fazer em 2018

Self CoachingNum momento em que a chegada de um novo ano nos impõe um reflexão sobre as nossas ações, sobre o que deu certo e o que não funcionou no ano que se encerra, parece-nos importante alinhar dez coisas que deveríamos parar de fazer em 2018, extraídas do livro “1.000 + Little Things Happy Successful People Do Differently” (“1.000 coisas que as pessoas bem sucedidas fazem de forma diferente”), do casal Marc & Angel Chernoff (http://www.marcandangel.com), resumidas a seguir.

1 – Pare de procrastinar as suas metas e objetivos

Algumas pessoas sonham com o sucesso enquanto outras acordam e trabalham duro para alcançá-lo. Costumamos resistir a entrar em ação justamente nos momentos em que a mudança é mais necessária. Contudo, procrastinar as tarefas  só as torna mais difíceis  e assustadoras. Aquilo que não começamos hoje não estará concluído amanhã. E não há nada mais frustrante e estressante do que o adiamento permanente das tarefas não realizadas.

O segredo de seguir em frente é simplesmente começar. Assim, esqueça a linha de chegada e concentre-se apenas em dar o primeiro passo, e diga a si mesmo: “Eu vou começar essa tarefa com um pequeno e primeiro passo, ainda que não seja perfeito” O conjunto de pequenos passos levará á conclusão das tarefas e ás mudanças desejadas mais rápido do que você poderia imaginar.

2 – Pare de culpar os outros e arranjar desculpas

Pare de culpar os outros pelo que você fez ou deixou de fazer e pelos seus sentimentos em relação a isso. Quando você busca culpados está apenas negando a sua própria responsabilidade e contribuindo para perpetuar um problema. Assuma o controle de sua vida e não transfira a terceiros a responsabilidade pelos seus problemas. Viver dando desculpas é o primeiro passo para o fracasso. Você – e somente você – é responsável por sua vida, por suas escolhas e por suas decisões.

3 – Para de evitar as mudanças

 

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Se nada mudasse, não haveria pôr do sol na manhã seguinte. Muitos de nós nos sentimos confortáveis onde estamos mesmo quando o universo está em constante mudança á nossa volta. Aprender a reconhecer isso é vital para a nosso sucesso e felicidade geral.Somente a mudança nos possibilita o crescimento e a ver o mundo de uma forma como nunca imaginamos possível.

É preciso não esquecer que qualquer que seja a situação atual – boa ou má – um dia ela irá mudar. Essa é a unica coisa com a qual podemos contar. Então, aceite a mudança e entenda que tudo acontece por uma razão. Nem sempre parecerá óbvio ou fácil no início, mas valerá a pena no final do processo de mudança.

4 – Parece de tentar controlar o incontrolável

Se você vive tentando controlar tudo e preocupando-se com coisas que estão fora de seu controle, você está montando o cenário para uma vida de frustração e tristeza. Algumas coisas estão fora de nosso controle – mas podemos controlar como reagimos a elas. A vida de todos nós inclui aspectos positivos e negativos, e se nos sentimos felizes ou não ,depende fundamentalmente dos aspectos em que colocamos nosso foco de atenção.

Assim, a melhor coisa a fazer é deixar de lado aquilo que não podemos controlar e investir nosso tempo e energia nas coisas que podemos – como, por exemplo, a nossa atitude em relação aos problemas.

5 – Para de falar mal de você mesmo

Nossa mente é um instrumento fantástico se usada corretamente, mas pode tornar-se altamente destrutiva quando usada de forma incorreta. Todos nós conversamos em silêncio com nós mesmos, mas nem sempre estamos conscientes do que estamos dizendo e de como aquilo está nos afetando.

Henry Ford disse certa vez: ” Quer você pense que está certo, ou pense que está errado, você estará certo“. Uma das razões por que fracassamos é o nosso sentimento de dúvidas e de negatividade, e a melhor forma de superá-las é substituindo os pensamentos e emoções negativas por outras mais fortes e mais empoderadoras.

6 – Pare de criticar os outros

 

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A negatividade que você transmite em relação aos outros irá gradualmente se projetar em sua própria felicidade. Quando você se sente confortável com as suas próprias imperfeições, você não se sentirá ameaçado ou ofendido com os erros e imperfeições que você vê em terceiros.

Por isso, pare de preocupar-se com os erros e defeitos dos outros, e concentre-se em você mesmo. Deixe que o seu próprio progresso e crescimento o mantenha tão ocupado que não lhe sobre tempo para preocupar-se em criticar os outros.

7 – Para de correr de seus medos e problemas

Evitar os seus receios e problemas não os eliminarão. A melhor solução é enfrenta-los de cabeça erguida, por maiores e mais poderosos que possam ser.  O medo, em particular, nos mantém confinados em nossa zona de conforto, nos paralisa, e impede de implementar mudanças, assumir riscos calculados e tomar decisões.

A história de nossa vida é a culminação  de pequenas experiências únicas e pessoais., muitas das quais exigem esforço para nos fazer sair da zona de conforto. Deixar que os medos e as preocupações nos controlem não é viver – significa apenas existir. Em síntese: ou você enfrenta e controla os seus medos e problemas ou eles terminarão assumindo o controle de sua vida.

8 – Pare de viver em outro tempo e em outro lugar

Muitas pessoas passam a vida tentando viver em outro tempo e em outro lugar, e vivem se lamentando pelo que fizeram ou deixaram de fazer, pelo que poderiam ter feito ou em quem poderiam ter se tornado. Contudo, o passado já se foi e o futuro ainda não existe. e por mais que passemos tempo nos lamentando, isso não vai mudar nada.

Um dos paradoxos da vida é que um futuro brilhante depende da habilidade em prestar atenção no que está ocorrendo agora e no que estamos fazendo no presente momento.Viver o momento exige uma ativa e aberta conscientização do presente. Não crie fantasias a respeito de férias, por exemplo, quando você está envolvido no trabalho, nem se preocupe com a pilha de tarefas pendentes em sua mesa de trabalho quando você está de férias. Viva o aqui e agora!

9 – Pare de tentar ser alguém que você não é

Um dos grandes desafios da vida moderna é ser você mesmo num mundo que vive tentando lhe transformar em outra pessoa. Sempre haverá alguém que seja mais bonito, mais inteligente e mais jovem do que você – mas eles nunca serão você.

Mantenha a sua identidade e não tente mudar só para agradar outras pessoas. As pessoas certas saberão valorizá-lo pelo que você e como você é, e você próprio, também, irá gostar mais de você!

10 – Pare de não demonstrar gratidão

Nem todas as peças do quebra-cabeça que é a nossa vida parecem se encaixar de inicio. Mas, no final,  isso acontecerá perfeitamente. Portanto, agradeça as coisas que não deram certo, porque elas abriram espaço para aquelas que irão funcionar. E agradeça as pessoas que se afastaram de você, porque elas abriram espaço para aquelas cuja amizade vale a pena preservar.

Não importa se a sua vida está boa ou se você está atravessando um momento adverso. Acorde todos os dias manifestando gratidão pela vida. Lembre-se de que , nesse momento, alguém poderá estar  lutando desesperadamente pela dela. E, em vez de pensar no que lhe está faltando, pense no que você tem e falta a outras pessoas.

Feliz 2018!

 

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Foco e Concentração: as lições de um domador de circo

Como se comcentrar melhoirHá mais de um século, um domador de leões chamado Clyde Beatty, aprendeu uma lição que moldou toda a sua vida.

Nascido em uma pequena cidade de Ohio, nos Estados Unidos, em 1903, Beatty, ainda adolescente, conseguiu um emprego como limpador de jaulas em um circo e logo progrediu, , tornando-se posteriormente um dos mais conhecidos domadores de animais selvagens. Como principal atração, apresentava leões, hienas, jaguares todos ao mesmo tempo e na mesma arena, sem qualquer proteção.

O mais impressionante é que, numa profissão onde as pessoas morrem em serviço, Clyde veio a falecer depois dos 60 anos, vitima de câncer. Ou seja, foi a doença que lhe tirou a vida – não o leão.

Como isso aconteceu? Graças a uma tática simples.

Clyde foi um dos primeiros domadores a introduzir, em suas apresentações, uma cadeira e um chicote para controlar o leão. Embora o chicote fosse o centro das atenções, era a cadeira, contudo, que cumpria o papel principal.

O domador colocava a cadeira em frente do leão que fica olhando as quatro pernas simultaneamente, sem se concentrar em nenhuma delas e, com a atenção dividida, ficava confuso a respeito do que fazer em seguida,  esquecendo completamente da figura do domador e da intenção de ataca-lo.

A analogia da cadeira

Nessa história, retratada no mais recente post de seu blog, o escritor James Clear faz uma analogia entre o comportamento do leão e aquele que adotamos quando nos vemos diante de várias opções e deixamos de entrar em ação, por falta de foco e de autodisciplina.

Isso é particularmente comum quando queremos iniciar uma nova atividade ou adquirir um bovo hábito.

Quantas vezes você já se viu na mesma situação do leão? Quantas vezes você já quis realizar alguma coisa (perder peso, iniciar um novo negócio, viajar com mais frequência, etc) e terminou confuso e inerte diante de tantas opções á sua frente,  e por achar que ainda não estava preparado para dar o primeiro passo?

Toda vez que você sentir que o mundo está colocando uma cadeira na sua frente, lembre-se disso: tudo o que você precisa fazer é comprometer-se com uma única coisa e entrar em ação.

Você não precisa ter sucesso logo de cara. O importante é dar o primeiro passo. Começar mesmo achando que ainda não está pronto é um dos hábitos das pessoas bem sucedidas. Na maioria das vezes, a habilidade de decidir pela primeira coisa a ser feita é tudo o que se precisa para manter o foco. As pessoas não têm problemas em definir o foco: o problema é decidir quando começar.

Você já se viu diante de alguma coisa que necessariamente precisa ser feito? O que você fez: você foi lá e fez. Talvez tenha procrastinado no inicio mas, assim que se comprometeu com a tarefa, você a concluiu.

Em outras palavras, obter progresso em sua saúde, em sua carreira, em sua vida, enfim, não é uma questão de aprender a ter foco e concentração. É definir e comprometer-se com uma tarefa especifica em vez de, a exemplo do leão, dispersar sua atenção entre as quatro pernas da cadeira.

Quer perder 10 quilos? Comece a caminhar e a se alimentar de forma mais saudável, de modo gradual mas já a partir de amanhã.

Quer iniciar um novo negócio? Estabeleça metas e objetivos e defina a primeira ação, por menor que seja, mas comece.

Com mais frequência do que imaginamos, a vida nos coloca no centro do ringue, e não nos permite adotar a postura dispersiva do leão da história.

Assim, utilize o bastão ou o chicote para afastar a cadeira e vá em frente!

 

 

 

 

 

 

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Produtividade: Comece pela Tarefa mais Dificil

Eat that Frog

 

Em seu best-seller “Eat That Frog“” (literalmente, “Coma aquele Sapo“) o autor Brian Tracy diz que devemos começar o dia fazendo a tarefa que nos parece a mais difícil porque geralmente é aquela que nos traz mais resultados ou consequências se deixar de ser feita.

Eat That Frog Mark Twain

 

Segundo a recomendação de Mark Twain, se sua primeira ação toda manhã é comer um sapo vivo, você pode passar o resto do dia com a sensação de saber que, não importa o que acontecer no restante do dia, nada poderá ser pior.

No caso, seu “sapo” é a maior a mais importante tarefa, aquela que você tem mais chances de procrastinar se não resolver trabalhar nela de uma vez por todas, já que a tarefa que pode exercer o impacto mais positivo e gerar os melhores resultados.

Voltando á referência de Mark Twain, se tiver que escolher entre dois sapos, coma logo o mais feio. Ou seja, se você tem duas tarefas pela frente, comece pela mais importante, trabalhosa e difícil. Discipline-se para começar imediatamente e seguir com ela até finalizá-la e só depois passar para a tarefa seguinte.

Pense na tarefa como um teste, um desafio pessoal e resista á tentação de começar pela mais fácil. Lembre-se a todo momento que uma das decisões mais importantes que se pode tomar todos os dias é resolver o que se fará imediatamente e o que será deixado para depois.

Segundo Brian, o segredo para alcançarmos altos níveis de desempenho e produtividade é ter o hábito de resolver a tarefa mais importante logo pela manhã. Desenvolva a rotina de “comer esse sapo” antes de qualquer outra coisa, sem perder tempo pensando no assunto.

Principais destaques do livro

1 – Defina seu propósito

Pegue uma folha de papel e elabore uma lista com 10 objetivos que você deseja alcançar em um ano. Escreva-os como se esse tempo já tivesse ocorrido e seus planos já fossem realidade. Use a primeira pessoa do singular e em um tom positivo para que seus objetivos sejam imediatamente aceitos por seu subconsciente. Por exemplo: “Eu estou ganhando…… reais por ano”, “Estou pesando…..quilos”, ou “Moro num lindo apartamento de….quartos, no bairro….”

Revise a lista e selecione a meta que, se alcançada, causará o impacto mais positivo em sua vida. Escreva-a numa folha á parte, estabeleça um prazo para sua realização, trace um plano de ação, e a cada dia faça uma coisa que o torne mais próximo dessa meta. Esse exercício, por si só,pode mudar a sua vida.

2 – Planeje cada dia

Planejar é trazer o futuro para o presente de modo a fazer algo a respeito agora – Alan Lakein

Comece hoje mesmo a planejar o dia, a semana e o mês, numa folha de papel ou em algum meio digital, e elabore uma lista com tudo o que precisa fazer acrescentando os itens que forem surgindo no caminho.

Organize seus principais projetos e tarefas por ordem de prioridade por ordem de prioridade, partindo do essencial para o menos importante. Ponha suas ideias no papel ou em um dispositivo digital e trabalhe sempre com base nessa lista

3 – Aplique o Principio 80/20 ou Lei de Pareto

Identifique na sua lista de objetivos, projetos e tarefas quais deles estão entre os 10% ou 20% das tarefas que representam 80% ou 90% dos seus resultados e comprometa-se a investir mais tempo nas poucas tarefas que podem fazer a diferença em sua vida e em sua carreira e a perder menos tempo em atividades triviais

4 – Reflita sobre as consequências

Revise suas lista de tarefas, atividades e projetos com regularidade, sempre com a seguinte pergunta em mente: “O que terá mais consequências positivas em meu trabalho ou na minha vida pessoal”?

Determine a tarefa mais importante e discipline-se a buscar, de maneira contínua, o uso mais produtivo de seu tempo. Lembre-se das palavras de Goethe: “Basta se engajar,  e sua mente dará a partida.Comece, e o trabalho será concluído”

5 – Pratique a procrastinação criativa

Imagine-se recomeçando do zero em todos os aspectos de sua vida e pergunte-se: “Se já não fizesse essa atividade há tanto tempo, e se na época em que comecei tivesse os conhecimentos que tenho agora,  eu a adotaria em minha vida novamente”? Se a resposta for não, você está diante de um candidato perfeito para a eliminação ou a procrastinação criativa.

Avalie todas as suas atividades pessoais e profissionais com base em sua situação atual e abandone pelo menos uma imediatamente ou pelo menos a adie para concentrar seus esforços e atenção nos seus objetivos mais importantes.

6 – Use o Método A  B C D E

Crie uma lista de tudo que tem que fazer ao longo e, em seguida, antes de começar cada tarefa, escreva as letras A,B C D e E ao lado de cada uma. Um item A é algo fundamental que você precisa fazer o pode acarretar consequências mais sérias, sejam positivas ou negativas, caso não sejam concluídas Se há alguma outra tarefa que se enquadre nesse item, organize-as por prioridade: A1, A2, A3 e assim por diante, sendo a A1 a mais importante.

Entre os itens B estão as tarefas que você deveria fazer mas que geram consequências menos graves e não têm a mesma importância de uma A. A regra aqui é nunca iniciar uma tarefa B se houver uma A por terminar.

A tarefa C é aquela que seria interessante fazer mas que, em última análise, não faz a menor diferença se deixar de ser feita (almoçar com um colega de trabalho, um problema pessoal sem maior importância, etc), ou seja, atividades sem maior impacto em sua vida profissional.

A tarefa D é aquela que pode ser delegada. A regra á delegar tudo o que puder para que sobre espaço para as tarefas A que somente você pode desempenhar. 

A letra E inclui tudo aquilo que pode ser eliminado, algo que talvez já tenha sido importante mas que hoje não tem mais relevância. Muitas vezes é uma atividade que você continua a fazer por hábito ou predileção. No entanto, cada minuto gasto numa atividade E é um tempo tirado de uma tarefa A.

7 – Concentre-se nas áreas que geram resultados fundamentais

Identifique as áreas de resultados-chave para seu cargo. Anote os resultados importantes que você precisa alcançar e atribua-se uma nota de 1 a 10 em cada área e, em seguida, determine a habilidade fundamental que você precisa desenvolver e que o ajudará a desempenhar melhor aquela  função.

Mostre essa lista a seu chefe e converse com ele pedindo-lhe em feedback honesto. Converse sobre suas conclusões com sua equipe e colegas de trabalho. Converse também com sua família. Habitue-se a fazer essa análise regularmente ao longo de toda a sua carreira e nunca pare de evoluir.

8 – Organize seu ambiente de trabalho

Dê uma olhada em sua mesa de trabalho e pergunte-se: “Que tipo de pessoa trabalha num ambiente como este”? Quanto mais limpo e organizado for seu ambiente de trabalho, mais positivo, produtivo e confiante você se sentirá.

Comece por organizar a mesa de trabalho, deixando apenas o material necessário para cumprir a sua tarefa principal, sem ter que levantar-se muitas vezes para localizá-lo, e certifique-se de que tem tudo a seu alcance: papel, caneta, pendrives, agenda, etc.

9 – Dê um passo de cada vez

Selecione qualquer objetivo, tarefa ou projeto que esteja procrastinando e elabore uma lista com os passos que precisará dar para completá-lo e dê esse primeiro passo imediatamente. Ás vezes, tudo o que se precisa fazer é começar e se concentrar em finalizar um item da lista. Depois é só terminar outro, mais outro….e assim por diante. Siga com essa disciplina e ficará surpreso com a velocidade de seu progresso.

10 – Aprimore suas principais habilidades

Identifique as principais habilidades que poderão levá-lo a alcançar melhores resultados.Determine as competências fundamentais que precisará desenvolver para se tornar uma referência em sua área. Estabeleça um objetivo, trace um plano e comece a trabalhar nele para tornar-se um especialista.

Estabeleça um plano de aprimoramento. Leia textos e livros sobre sua área de atuação, participe de cursos e seminários de especialização. Participe de congressos, palestras, workshops que tenham a ver com sua atividade, escute programas de rádio e podcasts ou audiolivros enquanto se desloca para o trabalho. Em média, passamos de 500 a 1.000 horas em trânsito por ano. Transforme esse tempo num momento de aprendizado para se tornar uma das pessoas mais bem informadas, competentes e bem pagas em sua área.

11 – Identifique suas maiores limitações

Identifique seus objetivos mais importantes atualmente. Qual deles exerceria o efeito mais positivo em sua vida pessoal caso fosse alcançado? Qual realização impactaria mais positivamente a sua vida profissional?

Agora, pergunte-se? “Qual a limitação interna ou externa está impedindo ou atrasando o cumprimento  desse objetivo”? “Por que eu ainda não conclui essa tarefa ou projeto”? “Que fator interno, o que está dentro de mim, que está me atrapalhando”? Seja qual for a resposta, comece a trabalhar imediatamente para eliminá-la. Dê o primeiro passo

12 – Ponha pressão em si mesmo

Estabeleça prazos finais e parciais para suas atividades e crie uma forma de se pressionar. Eleve seus padrões e não se exima da responsabilidade. Quando definir um prazo para entrega de um trabalho, mantenha-se firme e procure terminá-lo antes da data prevista. Desenvolva um sentido de urgência.

Antes de começar um trabalho ou projeto importante, descreva todas as etapas no papel.Em seguida, defina o tempo estimado de duração de cada tarefa. Por fim, comece a correr contra o relógio e procure entregar o trabalho antes do prazo. Transforme o trabalho num jogo e jogue para vencer!

13 – Motive-se a agir

Controle seus pensamentos e lembre-se de que você se torna naquilo em que pensa. Assim, procure pensar sobre o que deseja atrair e não nas coisas que não quer para si. Mantenha o pensamento opositivo e aceite as responsabilidades pelos seus atos e por tudo o que acontece com você.

Jamais critique ou culpe os outros por seus resultados. Em vez de dar desculpas, procure progredir. Mantenha seus pensamentos e energia focados no que você pode fazer para melhorar sua vida e ignore o resto.

 

 

A Única Coisa: O Foco pode Trazer Resultados Extraordinários

The One Thing

 

 

Qual a única coisa que, se for feita, tornará todas as outras mais fáceis e até desnecessárias” – Gary Keller

Esse é o mote e tema central do livro “One Thing”, que no Brasil recebeu o título de “A única coisa”, de Gary Keller, em coautoria com Jay Papasan. best-seller internacional e amplamente reconhecido como um dos melhores livros já escritos na área de auto desenvolvimento e produtividade.

Principais tópicos

O efeito dominó

O autor faz uma analogia entre o poder de propulsão que tem as pedras do dominó e o efeito multiplicador que focar na coisa mais importante, ou a única coisa, pode representar em termos de alavancagem em relação ás demais áreas de nossa vida

Com uma diferença de 50% de tamanho de um para outro, um dominó de 0,5 cm pode derrubar todos os outros que, se enfileirados, podem alcançar, em progressão geométrica, a altura da Torre de Pisa (18ª.pedra), a Torre Eiffel (23ª), o Monte Everest (31ª),  e a de número 57 provavelmente cobriria a distância entre a Terra e a Lua.

Assim, segundo Keller, para alcançarmos o sucesso, temos que mirar para a lua, e colocar toda a nossa energia na realização da coisa mais importante, que equivaleria no caso, á primeira pedra do dominó.

“ Quem corre atrás de dois coelhos, termina sem pegar nenhum” – provérbio indiano.

As seis mentiras sobre o sucesso

1 – Todas as coisas têm igual importância;

2 – O mito da multitarefa;

3 – O mito da autodisciplina.

4 – a força de vontade é permanente;

5 – Uma vida balanceada;

6 – Pensar grande é ruim

“ As coisas  mais importantes não podem ficar a mercê das coisas menos importantes” – Johann Wolfang Von Goethe.

Tratar as coisas igualmente, de forma equânime, é um nobre ideal que buscamos em nome da justiça e dos direitos humanos. No mundo real de resultados, contudo, as coisas nunca são iguais, e entender isso é a base das grandes decisões. Quando tudo parece urgente e importante, tudo se torna igual. Podemos nos manter ativos e ocupados, mas muito distantes da realização e do sucesso.

Como disse Henrique David Thoreau “manter-se ocupado não é suficiente; as formigas o são. A questão é saber em que estamos nos ocupando”. Realizar um monte de tarefas que estão relacionadas em sua lista de afazeres é uma alternativa ruim entre fazermos uma única tarefa que seja a mais importante. Assim, o autor defende que, em vez de uma lista de tarefas, tenhamos uma lista de sucessos, propositadamente criada e direcionada para a obtenção de resultados.

Para isso, devemos restringir ainda mais o que chamamos de Lei 80/20, ou Principio de Pareto, que diz que uma minoria de causas, inputs ou esforços produzem a maioria dos resultados ou recompensas. Keller vai mais longe e defende que, uma vez identificadas as tarefas que geram  mais resultados, devemos estreitá-las ainda mais, buscando os 20% dos 20%,  e assim sucessivamente, até chegarmos á atvidade mais importante.

2 – O mito da multitarefa

O mito da multitarefa, ou de fazer duas ou mais coisas simultaneamente, se tornou tão disseminado que muitos sites de carreira na web ainda a apontam como uma habilidade das pessoas mais produtivas. A verdade, porém, é que quando você faz duas coisas ao mesmo tempo não irá fazer bem nenhuma delas. O conceito de multitarefa só chegou ao mundo corporativo no inicio dos anos 60 e era usado para descrever computadores e não pessoas.

Pesquisadores estimam que no trabalho as pessoas sejam interrompidas em média a cada 11 minutos e levam cerca de um terço do dia para retomar o foco e se recuperar dessas distrações. Assim, quanto mais você alternar de uma tarefa para outra, mais difícil será retornar á tarefa original.

3 – O mito da autodisciplina

Segundo o escritor Leo Babauta, um dos mitos mais prevalecentes em nossa cultura é o da autodisciplina. A verdade, porém, é que não precisamos de mais disciplina do que a que já temos. O que precisamos é direcioná-la e administra-la de uma forma melhor. Segundo o autor, ao contrário do que muitos supõem, sucesso não é uma maratona de ações disciplinadas, onde cada ação é treinada e o controle é a solução para cada situação.

Sucesso é, na realidade, uma sequencia de pequenos passos, uma corrida curta, que dure o suficiente para a formação e consolidação de um novo habito. Quando sabemos que alguma coisa precisa ser feita, mas não está sendo feita, costumamos dizer: “O que eu preciso é de mais autodisciplina”, quando, na realidade, tudo que precisamos é da disciplina para formar o hábito.

Assim, você não precisa ser uma pessoa disciplinada para alcançar o sucesso. Na verdade, pode obter o sucesso com menos disciplina do que imagina, por uma razão muito simples: sucesso é fazer a coisa certa e não fazer tudo de forma certa. O sucesso, portanto, reside em escolher o hábito correto e ter a disciplina necessária para construí-lo.

4 – A força de vontade é permanente

Imagine a força de vontade como a bateria de seu celular que, no inicio do dia, está plenamente carregada, e vai acabando com o decorrer do tempo. A força de vontade tem uma bateria limitada, mas, assim como o celular, pode ser recarregada. E é como um músculo que precisa ser exercitado, mas também precisa de descanso.

Assim, como todos nós dispomos de uma reserva limitada de força de vontade, decida qual a coisa mais importante a ser feita e reserve o seu período de maior energia física para executá-la.

5 – Uma vida balanceada

O mito de uma vida balanceada é um conceito em que muitos aceitam como verdadeiro e como uma meta a ser atingida, sem analisar mais detidamente o que isso significa. Para o autor, a ideia de uma vida balanceada é apenas isso – uma ideia, uma grande ideia, mas não uma ideia prática; uma ideia idealista, mas não realista. Uma vida balanceada simplesmente não existe.

Propósito e significado de vida é tudo em que se resume uma vida de sucesso. Busque descobri-los e você com certeza terá uma vida balanceada. Resultados extraordinários exigem tempo e atenção focada e isso significa fazer uma coisa em detrimento de outra – o que torna o balanceamento impossível.

O termo “balanço vida-trabalho” só apareceu a partir dos anos 80, quando mais da metade de mulheres casadas ingressaram na força de trabalho e, como citado no livro do mesmo título, de Ralph E.Gomory, saímos de uma situação em que havia um provedor e a dona da casa, para a situação posterior, onde marido e mulher passaram a trabalhar fora.

O autor afirma que, em vez de uma vida balanceada – no sentido de ficar no centro de um círculo, sem mirar os extremos, onde as coisas extraordinárias acontecem – devemos buscar uma vida contrabalanceada, e priorizarmos as coisas mais importantes tanto em nossa vida pessoal quanto profissional.

5 – Pensar grande é ruim

A história do “Big Bad Wolf” (O Lobo Mau) ajudou a popularizar a crença de que grande e ruim são coisas semelhantes e que costumam vir juntas, mas elas não guardam nenhuma relação. Uma grande oportunidade é melhor do que uma pequena, mas um pequeno problema é melhor do que um grande.

Por isso, pense grande e evite perguntar simplesmente“ o que vou fazer agora”? Faça perguntas poderosas e desafiadoras. Se sua meta é 10, pergunte-se: como posso chegar a 20? Defina uma meta maior do que a que você quer e terá construído os alicerces de um plano de ação que te levará á realização da meta original.

Não tema o fracasso e o encare como parte de uma jornada que o levará ao sucesso.

Resultados extraordinários não são construídos somente de sucesso, mas também de fracassos. Quando erramos temos a oportunidade de parar e refletir no que deu errado e nos perguntar o  que temos de fazer para alcançar melhores resultados. Encare o insucesso como uma forma de aprendizado e continue lutando e utilizando todo o seu potencial.

Os quatro “ladrões” da produtividade.

1 – Inabilidade de dizer “não”

Quando você disser sim para alguma coisa, é imperativo que você saiba para o que está dizendo não. A arte de dizer sim é, por padrão, a arte de dizer não. Dizer sim para todo mundo é o mesmo que dizer sim para nada. Cada obrigação que você assume diminui a sua eficácia em tudo que tenta fazer. Assim, quanto mais coisas você faz, menor será a sua possibilidade de ser bem sucedido em cada uma delas. Quando você tenta agradar a todo mundo, a única pessoa a quem você não conseguirá agradar é a você próprio.

2 – Medo do caos

Focar em uma única coisa tem uma consequência inevitável – outras coisas não serão feitas. Com isso é possível que você se sinta pressionado a fazer coisas que não são prioritárias. É importante que você encare e aceita essa situação, sem procurar lutar contra ela, ou seja, acostume-se a esses problemas e tente superá-los, mantendo-se fiel a sua agenda.

Todos nós temos parentes e amigos que, numa situação difícil, pedem nossa ajuda e nossa atenção. Procure ajudá-los e ser solidário, mas sem desviar-se do seu foco principal e das suas próprias prioridades.

3 – Hábitos de saúde não saudáveis

A falta de cuidados e de controle com a nossa saúde e energia pessoal é seguramente o ladrão silencioso da produtividade. A questão óbvia, mas muitas vezes ignorada,  é que alto desempenho e resultados extraordinários exigem saúde e energia física – o problema é aprender como obtê-las e conservá-las.

O autor sugere algumas atividades matinais adotadas por pessoas altamente produtividade:

·         Praticar a meditação ou fazer uma prece para desenvolver a energia espiritual;

·         Fazer uma refeição saudável, fazer exercícios físicos e dormir o suficiente para acordar com boa disposição;

·         Abraçar, beijar e rir com as suas pessoas queridas para incrementar a energia emocional;

·         Planejar as metas e atividades do dia, bloqueando tempo para a sua atividade mais importante.

4 – O seu ambiente não dá suporte ás suas metas

O seu ambiente é simplesmente o que você vê e o que você vivencia no dia a dia,  e isso inclui não só o ambiente físico, mas também as pessoas á sua volta. As pessoas lhe parecem familiares e o ambiente, confortável, mas esteja atento e não considere isso como “favas contadas”. Qualquer pessoa ou qualquer ambiente, em determinado momento, pode transformar-se em um “ladrão de seu tempo” e distrair sua atenção da coisa mais importante.

Ninguém vive em isolamento. A cada dia, ao longo do dia, estamos em contato com outras pessoas e somos influenciados por eles, o que pode ter impactos na atitude, na  saúde e, em última análise, em nosso desempenho. Aqueles com quem convivemos diariamente (amigos, colegas de trabalho, ou familiares) podem exercer uma influência em nossas atitudes muito maior do que imaginamos.

Assim, é importante evitar pessoas cuja negatividade possa afetar os resultados que pretende alcançar e cercar-se daqueles que possam lhe incentivar, dar apoio, e ajudá-lo a atingir as suas metas e objetivos.

Como chegar à “Única Coisa”

The One Thing Dominoes

O autor propõe um exercício para chegarmos á única coisa ou, como na analogia citada, á primeira pedra do dominó. Escreva numa folha de papel e desenvolva o hábito de ler em voz alta as seguintes perguntas:

·         Com base nas minhas metas e objetivos para toda a vida, qual a única coisa que posso fazer nos próximos cinco anos para atingi-las?

·         Baseado nas minhas metas dos próximos cinco anos, qual a única coisa que possa fazer este ano para realizá-las e que estejam alinhadas com as minhas metas e objetivos de vida?

·       Considerando a minha meta anual, o que posso fazer neste semestre para atingi-la?

·         Com base nas minhas metas semestrais, o que posso fazer este mês para realizá-la?

·         Baseado na minha meta mensal, o que posso fazer esta semana?

·         Considerando a minha meta semanal, o que posso fazer hoje?

·         … E o que posso fazer AGORA?

 

Com esse exercício, você estará treinando a sua mente em como pensar e como conectar uma meta com outra ao longo do tempo, até que descubra qual a coisa mais importante a fazer agora mesmo.

Resultados extraordinários se tornam possível quando onde queremos chegar está completamente alinhado com o que fazemos hoje. Descubra o seu propósito, e a clareza do que você quer irá ditar as suas prioridades. A melhor maneira de trabalhar em suas prioridades é marcar um compromisso com você mesmo, bloqueando tempo em sua agenda (o autor sugere não menos do que 40%) para as tarefas mais importantes, e resista a todas as distrações que possam desviar sua atenção.

 

Mas, afinal, como saber qual é a única coisa que devo priorizar em minha vida?

Segundo o autor, por envolver seus valores, propósito e missão de vida, essa é a primeira e única coisa que cabe a você, e só a você, descobrir.

 

 

Qual é o seu Mindset?

Mindset

O que lhe vem á cabeça quando você pensa em uma pessoa extremamente inteligente e talentosa? Talvez alguém semelhante ao inventor americano Thomas Edison, cuja invenção da lâmpada elétrica o tornou um símbolo de brilhantismo e criatividade.

Ocorre que, embora inteligente e talentoso, Edison não representa um caso de inteligencia nata. A invenção da luz elétrica não ocorreu do dia para a noite, mas decorreu de um longo processo de curiosidade, dedicação e trabalho árduo.

Em seu livro Mindset, publicado em 2007, a psicologa da Universidade de Stanford, Carol Dweck diz que não é a inteligência, o talento ou mesmo a educação que distinguem as pessoas de sucesso das demais. É o seu mindset (ou modelo mental na falta de uma tradução mais especifica para o Português) e a forma como eles encaram os desafios pessoais e profissionais.

Segundo Dweck, as pessoas ou tem um mindset fixo ou de crescimento, e cada um deles que você adotar pode afetar todas as áreas de sua vida. Um mindset fixo pode aprisionar as pessoas ás suas limitações e impedir o seu crescimento e evolução, enquanto um “growth mindset“, ou modelo mental de crescimento, pode ajudá-las a alcançar mais facilmente  as suas metas e objetivos.

O Mindset Fixo

Mindset fixo

Um mindset fixo se reflete na crença de que inteligência, talento e outras habilidades são coisas que trazemos de berço e não podem ser modificadas. Com essa mentalidade, você é levado a acreditar que não tem a inteligência e o talento suficientes para ter sucesso em determinadas atividades, preferindo desempenhar aqueles que você conhece bem.

O aspecto mais negativo dessa modo de pensar ocorre quando envolve um gerente ou líder de equipe que receia que as realizações dos membros de sua equipe possam ofuscá-lo  e, cada vez que um deles apresenta uma ideia nova,  ele a encara como uma ameaça á sua própria carreira,  e desestimula ou até impede a discussão do assunto.

O Mindset de Crescimento

Mindset de crescimento

A pessoa com um “Growth Mindset” acredita que, com esforço, dedicação e perseverança, poderá desenvolver suas habilidades naturais e atingir suas metas e objetivos.

De acordo com Dweck, as pessoas podem desenvolver suas próprias habilidades, talentos e até mesmo a inteligencia através de experiências, treinamento e esforço. O feedback recebido e os eventuais erros cometidos representam oportunidades de aprendizagem e de aumento  da produtividade. É o que ela chama de ” engajamento proposital” (“purposeful engagement”).

Em sua pesquisa, Dweck trabalhou na teoria da neuro plasticidade, que significa a capacidade do cérebro de  formar novas conexões na vida adulta, quando estimulado por novas experiências e dá suporte á ideia de que se pode desenvolver um mindset de crescimento em qualquer fase da vida. Assim, você pode não se tornar um Thomas Edison, mas com uma mudança de atitude, pode desenvolver o seu potencial,  com aprendizado e prática constantes.

É por isso que Dweck diz que elogiar um trabalho bem feito reforça o mindset fixo, enquanto elogiar o esforço encoraja o de crescimento. Quando o lider foca no resultado individual, a pessoa entende que tentar não é importante, mas se elogiarmos o esforço, estaremos recompensando o processo de aprendizagem,  o que torna as pessoas mais motivadas a continuar lutando em direção ao atingimento de suas metas.

Como desenvolver um Mindset de crescimento

Mindset de crescimento 2

Dweck ensina alguns passos que podem levar a uma mudança de modelo de pensamento.

Passo 1 – Ouça a sua voz interna

A voz de um mindset fixo poderá impedi-lo de prosseguir seguindo a trilha do sucesso,. Por exemplo, quando você ouve aquela vozinha interna lhe dizendo que você não tem o talento ou a habilidade necessária para realizar determinado projeto, você sente que poderá fracassar ou que as pessoas irão criticá-lo se não for bem sucedido?  Quando você se pensa em enfrentar um novo desafio, você tende a resistir por medo da rejeição ou do fracasso?

Passo 2 – Reconheça que você tem uma escolha

Todo mundo enfrenta desafios, obstáculos e toda sorte de dificuldades ao longo da vida, mas a forma como reagimos a eles pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso. Se você tem uma mentalidade fixa, verá nesses obstáculos uma confirmação de que não está apto para o projeto ou tarefa. Mas se encará-los como uma oportunidade de crescimento, você poderá desenvolver um plano de ação, trabalhar duro, mudar de estratégia e tentar de novo.

Passo 3 – Desafie seu Mindset fixo

Quando você se depara com um novo desafio e sua voz interna lhe diz que é melhor não tentar porque não tem o talento para ser bem sucedido, lembre-se de que você pode aprender as habilidades necessárias para atingir a sua meta. Por exemplo, se você se defronta com um desafio e pensa: “Eu não estou certo de que tenho as habilidades necessárias para fazer isso”, desafie-se respondendo: ” Eu não tenho certeza de que posso fazer isso e talvez não possa fazê-lo da primeira vez, mas posso aprender com a prática”

Passo 4 – Entre em ação

Quando você começa a pensar e agir com um modelo mental de crescimento, torna-se mais fácil superar adversidades e obstáculos de forma mais positiva. Ninguém aprende a tocar violino na primeira vez. Quando cometer um erro, encare isso como uma forma de aprendizado e oportunidade de crescimento.

Pense em como você pode ajudar a sua equipe adotando um mindset de crescimento e acostume-se a elogiá-los não apenas pelo trabalho bem feito, mas também, e principalmente,  pelo esforço e disposição para o aprendizado contínuo, encorajando-os a apresentar ideias e sugestões, num ambiente de discussão e comunicação abertas.

 

Porque Procrastinamos e Como Lidar com o Problema

Procrastinação

Procrastinação é a arte de deixar para depois o que precisa ser feito agora, o conhecido “empurrar com a barriga”, enfim “enrolar”. A palavra procrastinação vem do latim procastinatus, que é a junção do pro(encaminhar) e crastinus (amanhã), mas seu sentido já aparecia no Antigo Egito, em Roma e na Grécia

De acordo com o dicionário Oxford, a palavra já existe do léxico desde 1548 – ou seja é algo milenar e não um produto do mundo moderno, da tecnologia e da internet. Também não é um problema tipicamente brasileiro – conhecido como o país do jeitinho e da última hora – pois outros países têm o mesmo perfil, até porque é um problema intrínseco á humanidade,

A verdade é que todo mundo procrastina, pelo menos uma vez na vida. É da natureza humana, já que ninguém é robô, programado para fazer tudo na hora certa. O problema é quando isso começa a ficar crônico e passamos a postergar indefinidamente coisas que não poderiam ser adiadas, como os cuidados com a saúde, nossos relacionamento, nossos sonhos e objetivos mais importantes.

Em pesquisa publicada em seu livro “Equilíbrio e Resultado”, .Christian Barbosa, um dos mais conhecidos especialistas em gestão do tempo e produtividade do país, constatou que as coisas que as pessoas mais adiam são: exercício físico (67%), leituras(63%), saúde (52%) e planejamento financeiro(46%), ou seja, justamente as coisas que mais produzem equilíbrio e resultados.

Postergar tarefas não é o pior dos mundos, nem devemos nos martirizar por isso. O problema é quando isso se torna constante, o que acaba deixando as pessoas infelizes, improdutivas, e com a sensação de que estão  perdendo alguma coisa, o que reduz a autoestima e gera insegurança.

Por que procrastinamos

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Segundo Barbosa, a pesquisa foi de extrema valia para ajudar a entender os principais fatores que contribuem para a procrastinação, entre os quais alinhamos os mais comuns:

1 – Falta de tempo

Indiscutivelmente, a campeã das desculpas, refletida na velha frase: “não deu tempo” ou “eu não tenho tempo”. A verdade, porém, é que o tempo é um recurso finito, mas também o mais democrático, pois  todos nós: eu, você, o Papa, o Presidente do EUA, temos as mesmas 24 horas por dia. O problema, portanto, não é a falta de tempo, mas a sua utilização inadequada, com coisas desnecessárias, sem importância, e que não nos ajudam a sair do lugar.

2 – Falta de energia

Muitas pessoas saem do trabalho, enfrentam um trânsito caótico, e ao chegar em casa já estão tão consumidos pela rotina estafante que simplesmente não têm mais disposição física para ler um livro, conversar com a família, praticar um esporte ou fazer um curso. Querem apenas tomar um banho, jantar e dormir  – e recomeçar tudo no dia seguinte.

A energia pessoal é gerada por diversos fatores que incluem alimentação saudável,, saúde, qualidade do sono, qualidade dos relacionamentos, espiritualidade, entre outras coisas. É, enfim, um conjunto de fatores físicos, mentais, emocionais e espirituais que, juntos, constituem uma fonte de energia que, se negligenciados, acabam se constituindo num dreno por onde escoa toda a vitalidade.

Sem energia, olhamos para as nossas tarefas e, mesmo sabendo o que deve ser feito, não conseguimos reunir a força de vontade e a disposição necessárias para fazê-las acontecer.

3 – Medos

Todos nós temos medo de alguma coisa – impossível não tê-los. O problema é quando o medo deixa de ser um propulsor de uma necessidade de planejamento e de preparação, e se transforma num instrumento paralisador.

O medo tem três caminhos possíveis na procrastinação:

  • o medo do fracasso: quando as pessoas deixam de fazer determinada atividade por medo de falhar, de serem julgadas, de não dar certo. O risco de terem algum tipo de prejuízo não lhes permite avançar, o medo simplesmente bloqueia a execução;
  • medo do desconhecido: o medo daquilo que ainda não sabemos, das possibilidades que nunca vivemos, como o de uma pessoa que não consegue falar inglês fluente, com medo de ser transferida para uma filial da empresa em outro país, cujo estilo de vida desconhece;
  • medo do sucesso: embora sutil e até pareça um contra senso, é um dos mais poderosos e constitui um fator subjetivo de procrastinação. Quando a pessoa vê que a atividade realizada deu certo, ela fica com medo do que esse sucesso pode acarretar, de uma promoção para um cargo de maior responsabilidade, de mudança no estilo de vida – enfim da saída da zona de conforto.

Como combater a procrastinação

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Existem muitos livros, vídeos, blogs, artigos, etc, com técnicas e dicas para combater a procrastinação. Duas delas me parecem as mais importantes e representam uma unanimidade entre todos que abordam o assunto:

1 – Dividir o projeto ou tarefa em pedaços menores e executáveis

Ao nos depararmos com um projeto de maior duração e complexidade, experimentamos um sentimento de sobrecarga e opressão, que nos leva a postergar a sua implementação. Ocorre, porém, que como destaca David Allen em seu best-seller “Fazendo as Coisas Acontecer” (Getting Things Done, em sua versão original em Inglês), não nos engajamos em projetos, mas nas tarefas dele decorrentes.

Assim, ao identificarmos o resultado que pretendemos alcançar com o projeto ou tarefa, devemos definir claramente a sua primeira ação, e dividi-la  em tantos pedaços pequenos quantos forem necessários, de modo que não seja possível deixar de realiza-la, o que elimina o maior estresse – o de começar.

O momentum gerado pela realização da primeira tarefa nos leva, num efeito bumerangue, a querer realizar a próxima e as próximas, levando à conclusão da atividades num prazo m ais curto do que inicialmente imaginamos. É a aplicação da máxima: “como devorar um elefante? Um pedacinho de cada vez”

2 – Descobrir os objetivos, resultados e consequências da tarefa que estamos procrastinando

Quando não temos ideia do verdadeiro objetivo daquilo que vamos fazer, quando não temos noção da importância da atividade que vamos realizar, e  de que forma ela nos trará resultados ou consequências se não for feita, perdemos a relevância e, consequentemente o interesse na sua execução.

Imagine, por exemplo, que você precisa fazer um relatório importante  para seu chefe e que isso pode lhe representar um aumento salarial ou uma promoção, o que lhe permitirá dar maior conforto a sua família. Ou seja: você não está produzindo um simples relatório, está garantindo o seu sustento, a manutenção de seu emprego, e o desenvolvimento de sua carreira profissional.

Brian Tracy, conhecido palestrante internacional, e autor de best-sellers como “Eat That Frog“, costuma dizer que tudo começa com um forte WHY. Quando identificamos o nosso “por que”, ou o verdadeiro propósito de alguma coisa, o What (o que) e o When (quando) tornam-se meras consequências.

Enfim, todos nós procrastinamos.Mas o que não podemos permitir é que essa prática se incorpore ao nosso dia-a-dia e nos coloque indefinidamente na zona de conforto e no piloto automático, impedindo-nos de alcançar os nossos sonhos, metas e objetivos mais importantes.

A Importância do Planejamento Semanal

Planejamento semanal agenda

Muitas pessoas, mesmo as que utilizam listas de tarefas, as chamadas “to do lists”, costumam fazer isso diariamente, antes de iniciar o dia de trabalho, o que pode resultar numa lista infindável de coisas a fazer e no sentimento de frustração de, ao final de um dia de trabalho, verificar a existência de muitas tarefas não concluídas.

Esse tipo de planejamento é extremamente reativo e propicia o surgimento de vários imprevistos e urgências ao longo do dia, sem considerar o fato de que, fazendo o planejamento apenas no dia, pode ocorrer que muitas tarefas realmente importantes não tenham sido incluídas na lista.

Daí a importância do planejamento semanal, que é uma forma de economizar horas de  seu dia-a-dia. Ao planejar uma semana inteira, com base em suas perspectivas anuais e mensais, você estará trabalhando de forma proativa e passa a priorizar as atividades mais importantes e prevenir as urgências. É um processo simples, mas que pode fazer uma enorme diferença em termos de produtividade.

A semana é o menor período de abrangência das três etapas de planejamento – anual, mensal e semanal. Mas é, sem dúvida, a mais importante. De nada adianta ter um belo plano de metas anual ou mensal sem que as ações deles decorrentes sejam postas em prática no momento presente.

Quando e como fazer

Planejamento semanal

O momento ideal para fazer o seu planejamento é um dia antes do inicio da próxima semana (o final da tarde de domingo é a opção mais recomendada), e isso não leva mais do que 20 a 30 minutos. Se não for possível fazer no domingo, use o sábado ou sexta-feira ao final do expediente, mas nunca deixe para a segunda-feira, pois poderá ser atropelado pelas urgências que surgirem.

O planejamento semanal deve ser feito com um calendário que permita visualizar todos os dias da semana e os compromissos já agendados (reuniões, consultas previamente marcadas,etc). Se você utiliza uma agenda convencional, use o lado esquerdo para os compromissos e o lado direito para as tarefas, estimando um tempo de duração para cada uma.

Com essas informações, fica mais fácil fazer o acompanhamento de monitoramento de suas ações, evitando a sobrecarga de tarefas. O somatório da duração das tarefas e compromissos permite fazer uma distribuição mais racional e equilibrada das atividades pelos dias da semana.

Assim, se você trabalha oito horas por dia, então planeje no máximo seis horas, deixando espaço para as emergências ou imprevistos. A regra básica é não comprometer mais do que 70% da sua jornada diária de trabalho, podendo começar com 50% até que se familiarize com o processo.

O planejamento semanal é o momento de colocar as suas metas em ação, lembrando que os pequenos passos executados durante a semana serão os responsáveis pela sua concretização. Assim, selecione aquelas que possam ser executadas e distribua-as durante a semana, mas seja absolutamente realista quanto á possibilidade de realização de cada uma. Faça o que for possível dentro das limitações de tempo, mas sem deixar de fora as tarefas conectadas com as suas metas, atuando de forma proativa na direção de seus maiores objetivos.